quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Por andar mais lendo que escrevendo...
"O que é escrito sem esforço, geralmente é lido sem prazer." (Samuel Johnson)
"A experiência da leitura, ao mesmo tempo pessoal e coletiva, é tão rica porque nos permite entrar em contato com uma realidade diferente da nossa - e, graças a isso, construir nossa própria história dia após dia." (Autor Desconhecido)
"Na falta de saber, escrevo; e uso os grandes termos da Verdade alheia conforme as exigências da emoção." (Bernardo Soares/Fernando Pessoa)
"Em certo sentido, todo escritor trabalha na espionagem, tomando notas, observando particularidades que todo mundo despreza, escarafunchando o mundo em busca de pistas." (Philip Yancey)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Chuva, praia, dentre outras coisas.
Não sei se isso é comum, talvez seja. Há momentos na vida que me deixo levar pela impulsividade. Tô com vontade de fazer tal coisa e faço, sem pensar. Raramente essas atitudes ou essa impulsividade se fazem presentes quando há outra pessoa envolvida, mas enfim.
Lembrei de algumas situações que isso aconteceu.
Certo dia, era domingo ou eu estava de férias, não lembro bem. Mas eu tava jogando conversa fora com pessoas legais no MSN e lá fora caia uma chuva torrencial, eu pensei: "faz tempo que eu não banho na chuva...". Despedi-me das pessoas e fui para o quintal. Banhar na chuva (por vontade própria, claro) é algo meio mágico pra mim.
Outra vez foi há mais ou menos um ano. Eu saia de um lugar chato, sozinha e com o carro. De repente, me bateu uma vontade de tomar uma água de côco na praia. Quase duas horas depois, cheguei em casa e nunca tinha dito isso pra ninguém.
Quem me conhece mesmo, sabe que eu não costumo ser impulsiva. Mas as vezes meu coração pede as coisas de um jeito que não consigo recusar...Tô achando esse texto meio incoerente, de qualquer forma, acho que está claro que escrevê-lo foi só mais uma dessas situações nas quais a impulsividade me toma.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Pelos muitos 'mas'
Fique bem.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Eu disse
Mas só que você só me quer pra você e só com você eu não posso ficar, porque minha outra metade na certa vai me procurar. É que esse amor é daqueles pra vida inteira, daqueles difíceis de achar e impossível de perder? Pois é, ela me completa.
Mas você também. Esse seu beijo que me deixa louco, tua pele que não pode tocar a minha que já faz com que eu perca o controle e toda noção de certo e errado. O que a gente tem também é difícil de achar. E eu digo “a gente” porque eu sei que você se sente da mesma forma. Só você querer. Eu quero também. Como com nenhuma outra.
Então por favor, não me julgue ou me odeie. A vida quis assim. Não pedi por ela, nem por você. Mas eu tenho as duas e nada me apavora mais que a idéia de perder uma que seja. Não me faça escolher, não abra mão do que existe entre nós. Porque você sabe que se me fizer escolher, na verdade, já estará fazendo a escolha por mim. A vida é tão curta e sem sentido pra desperdiçarmos o que realmente vale à pena, o que nos faz bem... Pensa um pouco, pensa em todas as coisas que ainda temos pra viver e não vá.
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baseado em Abuso de Poder - Jorge Aragão
domingo, 19 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Isso que é crise da razão
Caso 2: Pessoa diz que odeia gente que fala mal dos outros e me vem com um: "que saia horrível a dela!”
Caso 3: Pessoa vive dizendo que tem alergia a fumaça de cigarro e se apaixona por outra que fuma todos os dias.
Então dá pra saber como as pessoas são pelo que elas dizem? Acho que não.Mas não acuso ninguém.
Tenho uma teoria sobre isso. Vai ver palavras e atitudes se desencontram tanto, não por falta de caráter (se bem que pode até ser isso mesmo, vai saber). É só que nada é estático. As pessoas interagem umas com as outras todos os dias, emitindo opiniões, criando conceitos.
Não seria algo tão incompreensível dizer algo hoje e não acreditar mais nisso um tempo depois.
Outra coisa que pensei, foi que às vezes as pessoas falam coisas, não sobre elas, mas sobre como elas gostariam de ser. Como se verbalizar algo, faça com que se torne real.
Sem falar na impulsividade. Alguém até é centrado e calmo como diz ser, mas um acontecimento pode desestruturá-lo emocionalmente e aí ele "perde a razão" ou "sai de si" chamem como for ele age impulsivamente motivado pela emoção.
Ou pode todo mundo ser hipócrita mesmo. Prefiro pensar que não.
Acho que vou pintar o cabelo... Beijos




