domingo, 5 de setembro de 2010
Por favor, devolva as cores que você roubou
Mas...Tudo bem, o que quer que fosse, o melhor seria deixar passar, provavelmente pela manhã você já estaria melhor e me diria o que tinha acontecido.
Eu esperei. Você passou o dia inteiro em silêncio. No decorrer das horas, fui ficando preocupada. Me peguei recapitulando a nossa última conversa várias vezes, procurando algo que justificasse sua atitude. Nada fazia muito sentido. Foi por que eu fiz charminho na hora de desligar? Por que eu tava meio dramática? Mesmo assim não justificaria, nós dois éramos meio dramáticos às vezes.
Do meio-dia em diante, eu mal conseguia me concentrar em outra coisa. Eu queria ligar, eu queria entender. Passei a aceitar a ideia que pra você já não valia a pena. Direito seu, mas...Por que? Você me devia, no mínimo, uma explicação qualquer.
Foi quando a noite chegou que eu mudei de ideia. Não queria ouvir uma explicação qualquer. O que você dissesse não mudaria nada. Você não queria mais, era simples. Esquematizar justificativas não faria diferença. Então eu resolvi ligar só para acabar de vez com minha angústia.Porque só as palavras podem ser reticentes, casos de amor não. Não pra mim.
Acontece que só me dá o gelo e deixar que eu percebesse o fim por mim mesma não era suficiente, você teve que me ignorar também. Espera, mas...Isso não é justo. Eu liguei de novo. Não consegui acreditar que você realmente me ignorava.Você não tinha mesmo o mínimo de consideração por mim ou pelo que tínhamos vivido? Cada vez que chamava eu me revoltava mais.
Resolvi ir dormir, tentei sem sucesso. Chorei a noite inteira. Sentia raiva de mim por ter ligado. Sentia raiva de ti por não ter atendido. Me entristeceu demais você ter escolhido terminar dessa forma. Botei na minha cabeça que não terminaria assim, sem fim.
Se tem algo que realmente me incomoda são coisas inacabadas ou mal resolvidas. Durante toda minha vida, situações assim voltavam para me assombrar vez ou outra. Como um fantasma que precisa acabar algo que deixou em aberto para poder seguir seu caminho.
Encontraria você o mais rápido possível e não pediria explicações ou faria acusações. Simplesmente diria que não podia permitir que terminasse como você queria. Diria adeus e pegaria meu coração de volta.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
#imagemnação

fonte: www.weheartit.com
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Olá pessoas, resolvi criar um quadro aqui no blog com algumas imagens que eu acho aqui e ali. Não se preocupem, colocarei os créditos. Resolvi nomear fazendo uma junção das palavras imagem e imaginação porque é como eu pretendo usar esse espaço. Coloquei como tag de twitter também fazendo uma homenagem a esse meu mais novo vício que, assim como os outros, passará. Espero que consiga fazer o quadro semanalmente, mas pensarei a respeito. Já que os textos são quinzenais em sua maioria, teoricamente teria mais imagens que textos, o que faria muito mal ao meu TOC de equilíbrio...
Thank you for your time :)
domingo, 1 de agosto de 2010
Diário de Angústias
Ela tava subindo a escada, sem pressa. Agora acreditava quando diziam que estava precisando se exercitar. Depois de dois lances de escada, quase não tinha mais fôlego. Começou a lembrar das vezes que se matriculou na academia e perdia o ânimo no primeiro mês... Droga, aquele prédio sem elevador idiota tinha feito ela se sentir uma pessoa desmotivada e preguiçosa, quanta injustiça, ela fora ali por livre e espontânea vontade.
Bem que ali podia ter um elevador mesmo, tinha mais três lances pela frente.
Ideia absurda essa de ir ali, agora pensava em suor e academia e já nem sabia o que dizer quando chegasse. "Achei que você precisava de ajuda e vim tentar ajudá-la?" Não era algo comum e, provavelmente, a garota nem ia dar importância, o que a deixaria com uma cara de boba no meio daquele prédio sem elevador. Parou pra respirar fundo enquanto alguém passou por ela com um cumprimento, ela respondeu, mas não sem esforço. Definitivamente ideia absurda.
Pra não desistir, e já que estava quase chegando mesmo, tentou lembrar o dia em que teve a tal ideia. Não chovia, nem fazia Sol. Uma amiga do tempo da faculdade resolveu visitá-la. Ela era uma das poucas que ainda mantinha algum contato, lembrava que na época elas nem eram tão próximas, mas depois se tornaram muito amigas. Naquela tarde, sua amiga resolveu levar a filha. A garota era muito calada, tinha entre 12 e 15 anos e um ar de revolta, talvez pela idade, talvez porque não quisesse estar ali. Observando-a entre um diálogo e outro com a amiga, ela percebeu que, além do ar de revolta, a garota parecia inquieta, angustiada. E, como num estalo, aquilo a fez lembrar-se dela mesma.
Era a caçula de três irmãs, a mãe já não tinha paciência pra sentar e conversar sobre os conflitos e inseguranças tão comuns quando se entra em certa fase da vida. As irmãs, coitadas, tinham até mais inseguranças pra compartilhar que ela e não davam a mínima para ninguém além delas próprias. Elas hoje eram estruturalmente felizes: casadas e com filhos. Não tinha ninguém pra conversar, pra ajudá-la a compreender como as coisas funcionavam como não funcionavam ou como deviam funcionar.
Olhar a filha da sua amiga, foi como olhar um espelho de 20 anos atrás. Talvez algo no olhar... Sabia que sua amiga era uma boa mãe. Tecnicamente. Dava casa, comida, estudos, lazer. Sabia também que não dava conselhos, ombro amigo, voz ou vez.
Parou em frente à porta e tocou a campainha, se não tivesse subido aquilo tudo devagar, estaria ofegante agora. Coincidência ou não, foi a garota que abriu a porta. Depois de um sorriso amarelo, a menina resolveu convidá-la a entrar, mas avisou que a mãe não estava.
- Isso pode parecer estranho, mas eu vim aqui falar com você mesmo. – ela tentou parecer o mais natural possível e, de fato, agora se sentia mais segura pra conversar com a outra. Como a menina ficou sem entender e até meio desconfiada, resolveu continuar. Começaria pelo começo. Falou do dia da visita e resolveu ser franca, tendo cuidado pra não se meter na vida da garota.
"Como eu falei, não quero me meter na sua vida e nem estou dizendo que te conheço só porque já tive a sua idade" respirei, porque a gente sempre respira antes de um 'mas' "mas só que teve uma época da minha vida, da qual me recordo bem justamente por ter sido um marco importante, em que parecia que tinha muita coisa na minha cabeça, que eu não aguentava ficar com todos aqueles pensamentos, todos os dias. O tempo todo. Era angustiante e não era o tipo de coisa que eu queria conversar com alguém, não queria que alguém ouvisse e respondesse. Ao mesmo tempo eu queria falar...Daí eu comecei a colocar no papel um dia e a medida que eu escrevia, ia analisando melhor as coisas, como se visse por outro ângulo?"
A garota balançou a cabeça positivamente "Você percebeu certo, eu tava meio presa em mim mesma, mas nunca pensei que escrever ajudasse. Na verdade, sempre pensei nisso de 'diário de angústias' como algo sem propósito. Você falando consigo? Não parece muito útil" e ela deu de ombros. Nossa, ela não percebeu o que acabou de dizer? "É exatamente isso, Lúcia. Conversar com você mesmo. Pelo menos pra mim, escrever além de fazer com que eu observe melhor a situação, às vezes serve pra exorcizar mágoas. Como as pessoas costumam dizer: tira um peso das costas. Por achar que talvez funcione com você, como funcionou pra mim, resolvi trazer isso" Então ela estendeu o caderno de capa marrom pra Lúcia. "Se você achar que é perda de tempo, tudo bem. Mas tente uma vez pra decidir".
Lúcia sorriu, agradeceu por ela se importar, perguntou se ela queria ficar mais, a outra disse que não podia e foi embora.
domingo, 18 de julho de 2010
Desabafo
Quando eu era mais nova vi muita gente chorar, pessoas que partiam seus próprios corações.Eu assistia aquilo prometendo a mim mesma que nunca deixaria acontecer comigo.Mas eu sabia que chegaria o dia em que eu não conseguiria evitar.
A regra era pular fora quando me apaixonasse, porque talvez eu soubesse que o amor nunca dura e temos que arranjar outros meios de seguir em frente.E eu vivia assim, mantendo uma distância confortável.Eu tinha jurado a mim mesma que estava contente com a solidão.Só que toda regra tem uma exceção.Você foi minha exceção porque eu achei que com você tudo isso valia o risco.Eu acreditei por um tempo.
Eu vi a dor em você e pedi que a dividisse comigo, depois nós veríamos se doía pela metade, mas você não quis.Esqueça.DR pós-relação não faz sentido.Desculpa por te acusar.Eu te desculpo pelas vezes em que me acusaste.Tudo bem?
Talvez alguém entenda esse desabafo completamente fora dos padrões desse blog. Talvez nem esse alguém entenda de verdade.Pensando bem, eu não quero que ninguém leia isso aqui.
Mas eu realmente respiro melhor depois de botar tudo aqui.Ou quase tudo.
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Só a título de direitos e blábláblá, sim, aqui tem trechos das músicas The Only Exception e Lay It Down Slow.
domingo, 11 de julho de 2010
Cafajeste apaixonado
Esse último aí é muito comum em tramas ele-é-pegador-mas-se-apaixonou-pela-santinha.O que todo mundo sabe que é impossível, aí que vem a novidade:não é impossível!E eu comprovei isso hoje.Darei meu testemunho do começo.
Hoje eu passei o dia INTEIRO sozinha, o que para muitos pode ser ruim, mas para mim foi ótimo.Na verdade, as pessoas têm essa ideia de que ficar sozinha é ruim, o que é estranho, pessoas que não gostam da própria companhia são, no mínimo, suspeitas...Enfim, isso não vem ao caso.Eu estava em casa, ouvindo música e arrumando umas coisas quando Marida me chamou pra ir no culto da igreja dela, daí eu:"ela já me chama há um tempo, por que não hoje?"Fui.
Enquanto eu tava no culto João* me ligou e eu não pude atender, mas o estranho foi que ele ficou ligando e ligando até que eu atendi e disse que falava com ele depois.Não sejam maldosos, eu conheço João desde quando a tendência era usar bolsa de urso de pelúcia e nós somos muito amigos.
Já em casa, banhadinha-pronta-pra-dormir, eu liguei pra João e ele disse que queria conversar e que tava passando aqui.Tá ok, meu sono podia esperar.Levantei, troquei de roupa e quando ele chegou, já estranhei um certo olhar distante nada característico dele, mas a confirmação só veio quando ele disse: "Georgiana, eu tô apaixonado".
A minha reação foi um misto de confusão e incredulidade.Isso porque João é o tipo de cara que fica com um monte de menina e nunca dá o fora em nenhuma, sabe, aquele tipo cafajeste mesmo que deixa a mulher pensando:"será que ele vai ligar?".Só pra esclarecer ainda mais, uma vez eu disse pra ele:"aff João, essa tua raça não presta!" e ele naturalmente respondeu:"não mesmo e eu sempre te disse isso, tu que fica se iludindo que tem exceção".E ele sempre disse mesmo.
E foi esse cara que eu vi hoje me confidenciando que tá apaixonado, que não para de pensar na menina lá, que toda hora pegava o celular e olhava as mensagens dela pra ele, que foi embora porque ela disse que estaria no MSN mais ou menos esse horário.Gentee eu presenciei um MILAGRE. Cresci com esse garoto e ele sempre foi cafa, as vezes, quando ele me contava os seus casos, eu ficava até com pena das meninas e morrendo de medo que acontecesse comigo.Agora ele tá todo bobo por uma garota...
O justo seria que ela se vingasse pelas outras (é a verdade, amigo ¬)maaas como eu gosto demais dele, vou torcer pra que ela seja uma pessoa boa.
E qual a lição que a gente tira disso? Que filmes juvenis podem virar realidade? Não.Só que tudo é inconstante mesmo e nós temos que aprender a conviver com o inesperado.
Ah!E milagres acontecem, sim.
*os nomes foram trocados para proteger a identidade dos indivíduos envolvidos.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
5 Coisas que você não sabe sobre mim
1. Escrevi um livro
Desde sempre eu fico imaginando histórias ou finais de histórias reais, por exemplo, hoje mesmo meu amigo disse que vai pro show de Scorpions e eu sei que a ex-namorada dele vai, daí eu já fiquei imaginando..Vai que eles se cruzam e trocam aqueeeeele olhar bem na hora de Still Loving Yooooou e ela desvia o olhar, olhando pra baixo enquanto ele observa ela se afastar com uma mágoa mal disfarçada...Enfim, quando eu tinha 12 anos me deparei com um caderno em branco e um ano depois tinha uma história água com açúcar prontinha e com 250 e poucas páginas!Pedi pra minha professora revisar os erros e ela nunca me devolveu porque saiu da escola.
2.Fui artilheira no JEM's
Em 2004 eu jogava handebol pelo Nosso Mundo e nas quartas de final do JEM's, a gente jogou contra o Arco-Íris.Nenhum dos dois times era muito bom porque eram times novos.Eu fui a artilheira dessa partida com 6 gols de 14.Foi o dia que me ofereceram bolsa pra jogar pelo Dom Bosco(isso poderia ser outro tópico!). Veja bem, eu não era uma boa atleta, mas tinha potencial.Pena que os anos de não-pratica levaram isso embora.
3.Fiz uma cirurgia nos dedos das mãos
Não foram todos, só os polegares. Os dois. É que quando eu nasci, meus polegares tinha a forma de um acento circunflexo, não esticavam pra fazer "legal" como o das outras pessoas.Eu fiz essa cirurgia aos 5 anos no SARAH e hoje meus dedos estão bem, obrigada.
4.Odeio brigar com qualquer pessoa que seja
E quando eu falo briga não é chamar atenção, por exemplo.Eu falo de bater boca mesmo, tipo, xingar a mãe, dizer horrores, partir pra cima.Fora o último citado, todos os outros já acontecerem e me deixaram muito, muito mal.Seja com quem for, eu sempre me sinto péssima, com vontade de chegar e dizer "deixa disso" mesmo quando eu tô certa.
5.Adoro cheiro de gasolina
No orkut tem uma comunidade com esse nome do qual eu e muitos outros fazemos parte, mas de alguma forma, as poucas vezes que eu falei isso pra alguém, me chamaram de louca.A verdade é que quando vou abastecer o carro, as vezes eu prefiro gasolina a álcool só pra sentir o cheirinho...
Confesso que não são informações muito relevantes, mas existe revistas e mais revistas cheias de informações irrelevantes e que vendem muito.Não que eu queira vender isso, mas a brincadeira é até legal pra quebrar a monotonia.Eu passo pra Isabela, Raíssa e Luiz Fernando.Já tô curiosa.
Ah é, hoje o Brasil foi eliminado da Copa. Que triste.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
É só uma questão de opinião
Na maioria das vezes eu gosto de como sou agora, pena que outras vezes sinto que me distancio das pessoas que eu amo e com as quais sempre me identifiquei. A culpa não é minha. Nem deles. Isso de mudança faz parte da vida, odeio usar frases feitas, mas é a verdade, o que posso fazer?E se eu pudesse fazer alguma coisa, eu faria mesmo?Eu mudei. Eles mudaram. É só isso.
Não tenho mais vontade de fazer certas coisas e morro de vontade de fazer tantas outras.E como já venho me observando há um tempo sei que não é uma crise de identidade, é só mudança mesmo...Coisas sutis, outras nem tanto.
Mas algo me intriga nisso tudo.Será que eu realmente posso ser outra pessoa se continuo tendo os mesmos desejos e objetivos? Afinal, não é a primeira vez que eu mudo, acontece que das outras vezes era comum mudar os meus desejos também..
Depois de um tempo pensando nisso, eu cheguei à conclusão que eu sou a mesma pessoa com um ponto de vista diferente, mas não vou mudar o começo do meu desabafo, pois não tenho o compromisso de ser coerente.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Enfim..
Como se tivesse ouvido aquilo pela primeira vez, vai ver foi mesmo, eu olhei pra televisão e pensei: "COMO ASSIM? Isso não tem lógica". Fiquei pensando a respeito. Como algo que está bom pode estragar se ficar melhor?Isso parece outra coisa...
Continuei pensando e percebi o que querem dizer: a melhora não estraga, mas a tentativa de melhorar. É como se estivesse faltando uma palavra na frase.Se TENTAR melhorar estraga.E, sendo assim, comecei a observar o receio contido nesta expressão.
Alguém que eu não lembro quem (não me briga, ágape)disse que "tudo que está ruim pode piorar" e por que não acreditar que tudo que está bom pode melhorar? Não estou aqui dizendo que isso acontece, geralmente não.Isso de ficar buscando o melhor o tempo todo parece coisa de gente inquieta, inconformada e que provavelmente não chega a lugar nenhum porque mesmo que ache o melhor vai sempre pensar que existe algo melhor ainda!
Acontece que o conformismo da expressão me inquietou por um momento, não sei, até parece uma ironia.Mas enfim, a mulher ganhou um carro e melhor que isso ela não quer.Já eu continuo sem carro e, pra mim, melhorar esse quadro não estragaria nada.
Não vou ficar pedindo comentários nem nada, mas é frustrante quando me falam que leram o post, que gostaram (ou não) e quando venho aqui, nada.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
"Viver é como andar de bicicleta, se parar cai"
Vou dizer logo de uma vez: eu e o Otávio estamos ficando! Sim, sim vocês devem pensar que o Bruno tinha razão em desconfiar então, mas não foi bem assim. Na verdade, o Bruno que despertou meu interesse no Otávio, olha que coisa né? Enfim, ninguém sabe ainda da gente. O que de certa forma ta sendo divertido, é que troca de olhares carregados de significados é um dos meus pontos fracos. O Otávio é muito diferente do Bruno também, ele é bem seguro de si e me diverte bastante.Só não me iludo, acho que ele não quer nada sério por agora. E nem eu mesma quero algo sério, já pensou eu sair de um namoro e entrar em outro assim?! Não, preciso de espaço.
A verdade é que tô em tempo de mudanças. Além dessa história com o Otávio, também to tentando ver as coisas por outro ângulo. Acho que chega uma hora que é preciso a gente sair um pouco da própria cabeça e ver o mundo.Ei, não estou usando drogas, viu? É só que fico de férias hoje e não sei porque isso de férias sempre causa um efeito “tempo pra mudar” em mim. Geralmente as pessoas têm isso na virada do ano, mas comigo são as férias mesmo.
Ah nem contei pra vocês, é que são tantas notícias bombásticas, eu vou viajar com minha amiga Cláudia! Vamos passar uma semana no Rio, espero me divertir bastante.
Outra coisa, caso não tenham percebido isso é uma despedida.
Ah, o que é um nome diante de uma história?
Vivam suas vidas.
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Acabou e ela ficou sem nome só de mal :P
