quarta-feira, 31 de março de 2010

E nem tudo passa

Quem disse que o tempo cura tudo estava completamente enganado.O Bruno não me deixa em paz com a história do Otávio e tudo ficou pior depois que ele soube que o garoto veio falar comigo.Mas também, esse Otávio não percebeu que não tinha condição dele me ensinar, não porque eu tenho namorado, mas porque a gente não se fala!De qualquer forma ele foi muito educado.É, vai saber...

Mas a situação mais difícil mesmo tá sendo ver minha amiga morrer por dentro e não conseguir ajudar.Ela, que geralmente é tão tagarela, quase não fala e evita olhar nos olhos das pessoas.Isso me revolta sabe?Aquele idiota que devia tá envergonhado, não ela.É sempre assim, os homens sempre saem como pegadores, ai que ódio!Ainda bem que a tatuagem dela é na nuca, então ela não vê...

Ahhh mas nem só de tristezas se faz essa minha vida louca.Não devo ter mencionado mas daqui há uma semana é meu aniversário e meus pais resolveram me dá um notebook!Caraaa eu peço isso desde o Natal!Óbvio que meu irmão ficou co ciúmes mas, quanto a isso, o tempo vai curar ;) De qualquer forma eu já espero um milhão de cobranças por causa disso, com meus pais nada é de graça.

Mesmo com o note, eu pretendo fazer uma festa.Algo ao ar livre com alguns amigos... Quem sabe eu chame vocês.

quinta-feira, 25 de março de 2010

O começo sem flores

Que a vida é complicada, todo mundo sabe.Mas a minha tá um caos.Só pra vocês terem uma ideia, eu tenho que dizer pra minha melhor amiga que o namorado dela está traindo-a com uma garota da minha sala e ninguém sabe além de mim.Ah, eu contei que ela tatuou o nome dele na nuca há três semanas?Se ter que fazer isso já não fosse difícil, o meu irmão acha que eu sou idiota o suficiente para estudar sozinha e se acha no direito de entrar na minha sala e pedir, pra uma pessoa que eu mal conheço, que me ajude em matemática.Óbvio que isso gerou um constrangimento desnecessário.E, para finalizar, meu namorado acha que eu pedi pra meu irmão fazer isso e, gente, ele é ciumento demais, tá me enchendo o saco já com essa história.

Então, pra quem não entendeu, eu não consigo olhar nos olhos da minha melhor amiga, eu não quero olhar a cara do meu irmão e só tenho brigado com meu namorado.Isso tudo me deixa meio com vontade de explodir às vezes, mas em alguns momentos eu tento me acalmar, dizendo pra mim mesma que isso é uma fase ruim, nada mais que isso.

Geralmente eu tenho o pavio curto e estou encarando tudo isso como um teste que a vida tá fazendo comigo.Tá certo que a história da minha amiga eu posso resolver logo, afinal, eu vou contar.Já me decidi.Mas digam aí, como eu posso fazê-lo de uma maneira que ela sofra menos?Impossível né?

Meu irmão, eu sei que vou superar... Estou tentando pensar que ele fez isso pra me ajudar, mas cara, ele é muito idiota.Tá certo, ele é mais velho e quase sempre acha que é o meu pai, que Deus o tenha.Uma vez ele tentou bater no meu namorado, assim que a gente começou a ficar, não sei como o Bruno tá comigo até hoje depois dessa.

Agora o Bruno, bem, esse aí vai ser o mais difícil porque ele sempre achou que o tal garoto era afim de mim.Gente, esqueci de dizer, o Bruno estuda comigo, ele é um ano mais novo que eu, o que às vezes o deixa meio inseguro(mesmo que ele não admita). Vou tentar distraí-lo dessa história boba e espero que ele esqueça logo, porque toda hora ele fala no tal garoto, que se chama Otávio e nunca trocou nem três frases comigo.Vai entender...

Espero que a próxima vez que eu aparecer por aqui isso tudo esteja resolvido.


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Olá pessoas! Bem, essa é claramente uma história ficcional.Eu vou escrever uma sequência porque tô meio sem tempo, mas espero que vocês gostem. Eu, pelo menos, tô adorando sair de mim um pouquinho e dá lugar pra ela, que vocês vão saber o nome depois :)

Beijos

Feliz Páscoa

P.S.:Estou bem, obrigada.

quinta-feira, 4 de março de 2010

"Por favor, ame-me"

O Henri Nouwen é um cara esperto, do qual compartilho alguns pensamentos. O primeiro é esse aí do lado que eu uso pra descrever minha vontade de escrever, assim como ele, eu sempre me descubro cada vez mais.

Nouwen era padre, assim como psicólogo, escritor e professor. Nunca li nenhum de seus livros, mas quando ele disse:"Há momentos em que vejo a humanidade como um mar de pessoas famintas por afeição, ternura, carinho, amor, aceitação, perdão e bondade.Parece que todo mundo está dizendo:'Por favor, ame-me'" foi como se eu estivesse desabafando.

É claro que faço parte disso, mas não totalmente.Por exemplo,por que algumas pessoas ficam tão desesperadas para encontrar alguém? Gosto de estar com alguém, mas por que quando não estou essa busca tem que se transformar no centro da minha vida?

Acho que o Henri colocou como se fosse medo da solidão, concordo com ele. Sem falar que quando ele coloca perdão e bondade, ele fala de um modo mais cristão. Mas será que não poderia ser também medo de si mesmo, medo daquele diálogo interno...Aquela história que algum filósofo disse "quando estou só, sou dois e quando estou na multidão sou um só" Acho que é mais fácil ser um só.

A solidão é realmente algo ruim, como diz a música: "é impossível ser feliz sozinho" e por trás de tantos sonhos e buscas por alguém especial, todo mundo quer mesmo é ser feliz.Mas não faz mal ficar só as vezes e se encarar.Se essa ideia é insuportável, é porque não gosta do que vê e se nem você gosta, como é possível que outros gostem?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Não é só porque eu tô de TPM mas...


Algumas pessoas dizem que o ano só começa mesmo depois do carnaval. Concordo plenamente.Tive vontade de postar sobre um monte de coisa, mas escolhi falar disso porque acho interessante como as pessoas acompanham o mercado e vão vivendo de uma festividade pra outra: "Já já é o Natal, o ano acabou...Não vejo a hora de chegar o carnaval...A páscoa tá chegando!" Depois reclamam que o ano passa rápido.

Tudo bem, isso parece aquele discurso de "aproveite cada dia blablabla", mas não foi essa a minha intenção. É que realmente só acho interessante esse modo que as pessoas adotam de mascarar suas vidas chatas e rotineiras. Sem falar que alguns fazem tantos planos e acaba sendo um dia como outro qualquer, mas como eu disse isso tem haver com a mídia também que, na quarta feira de cinzas, mostrou uma reportagem sobre ovos de páscoa O.o

Tive vontade de falar isso. Não estou com vontade de me prolongar mais, além do que, estou um pouco cansada.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"Conhece-te a ti mesmo"



Eu juro. Juro que vinha postar a continuação da história que eu comecei a contar alguns posts atrás quando de repente eu ouvi um barulho, como se algo tivesse caído.E imaginem meu espanto quando meu primo de 8 anos que fala engraçado entra e diz:"Um gatinho caiu no balde".
Desesperadamente, eu, meu irmão e uma amiga mala que estava aqui (te adoro, Alineee) corremos para ver o acontecido. Todos resolveram colocar o gato de volta no telhado, deixo registrado que fui contra essa ideia. Mas, meu irmão que era o mais alto entre nós, resolveu colocá-lo.
O gato, muito assustado, foi andando para a beira do telhado e pôs uma patinha para fora e simplismente SE JOGOOOOOU.
E o que eu, Aline, Gutemberg, Vitória e Víctor fizemos!? NADAAAAA.

Quer dizer, eu não consegui olhar o gato se espatifando e virei o rosto, posteriormente eu gritei:"MEU DEUS! O GATO MORREU!" mas eu estava rindo do inusitado.

Já Aline não conseguia parar de rir, isso porque ela quer ser veterinária, imaginem só.Ela olhava pra mim, com uma surpresa misturada com o divertimento.

Gutemberg ficou muito sério no início e xingou meus primos menores por estarem gritando demais.Ele mal se mexia.

Vitória e Vítor ficaram gritando feito uns loucos "o gaaato! o gaaato" e só se calaram ao pedido "EDUCADO" do meu irmão.Mas, eles estavam muito preocupados mesmo.

Por que eu tô postando isso aqui? Bem, eu percebi que todos nós tivemos reações diferentes diante o acontecido e ninguém teve a iniciativa heróica de tentar pegar o gato no ar, como é sempre a primeira reação das pessoas em filmes e tal.Se alguém tivesse me perguntado qual seria minha reação, eu provavelmente responderia algo diferente do que eu realmente fiz.

Geralmente, nós sempre temos algo a dizer sobre tudo que acontece, algo do tipo:"se fosse comigo.." Mas séra que nós realmente sabemos se faríamos diferente? Realmente nos conhecemos em momentos críticos?Digo, quando a gente tem tempo para analisar a situação, é diferente..Ponderamos prós e contras.Acho que a nossa mente é algo misterioso até pra gente e é em momentos como esse, do acidente do gato suicida (táá pareei), que eu percebo como nós ainda não nos conhecemos.E é importante que nós fiquemos cada vez mais interessados no autoconhecimento pois acho que a evolução e sabedoria, de alguma forma, vem daí.

Aliás, o gato não morreu, só machucou uma pata, mesmo tendo menos de um mês.

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No próximo post eu termino a história.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

GOSSIP GIRL HERE...


" O que eu mais agradeço? A verdade. Ás vezes é a verdade que você tenta não enfrentar. Ou a verdade que vai mudar sua vida, às vezes é a verdade que está chegando há muito tempo ou a verdade que nunca deveria ver a luz do dia. Algumas verdades podem não ser ouvidas como gostaríamos.Mas elas permanecem, bem depois de serem ditas. Mas o tipo de verdade que eu mais agradeço? É aquela que você não percebe, que cai bem no seu colo" [XOXO]

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Oi queridos! Minha net tá meio bagunçada por esses tempo, por isso resolvi postar esse texto aí que olhei no episódio 11 de GG ( sim, eu gosto*.) que achei interessante, bom pra refletir, pelo menos :/


Quanto a história, eu não pretendia continuar, foi uma coisa meio de momento, só porque não tinha nada em mente pra escrever e acho que é sempre melhor imaginar o fim, PORÉÉM devido aos pedidos e chantagens ¬ (HAUAHUAUHAUHAAUHA, né Gabe) eu vou continuar

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Deixa eu contar uma história...

Nossa, que calor!Esperar o ônibus naquele sol era castigo.Logo hoje que eu acordei tão vaidosa e me arrumei um pouco mais..É a vida né?Pelo menos o ônibus não demorou muito e (que sorte!) não estava cheio.Quando eu fui subindo, com a bolsa de um lado e os livros do outro, de alguma forma eu tropecei e não tinha como não ri de mim mesma.Esse tipo de coisa sempre acontecia comigo, incrível!

Depois de pagar e me enrolar mais um pouco pra passar pelo cobrador, eu senti aquele desconforto de quando você entra no ônibus e todo mundo te olha!? Eu sempre achava que meu cabelo tava bagunçado nessas horas.Mas especialmente hoje as pessoas deviam me olhar pelo mau jeito causado pelos meus três livros de História da Arte, eles estavam bem pesados mas eu tinha que devolver a biblioteca.

Sentei-me atrás, na última poltrona, onde um homem que deveria ser uns vinte anos mais velho que eu me lançava olhares discretos. Resolvi olhar na direção da janela, oposta a ele.Odeio homens de quarenta que flertam com qualquer menina de vinte anos, isso pra mim é crise da meia idade.

Durante o percurso, fiquei confortável daquele modo, enquanto o ônibus enchia aos poucos e o Sol nos castigava. Foi no momento que eu observava o interior do ônibus que eu olhei pra um garoto que estava em pé bem mais a frente, segurando-se como se estivesse exibindo-se ali, na verdade, eu só sabia que ele era um 'garoto' porque estava de farda. Mas ele era lindo, tinha por volta de 1,80, os cabelos bem escuros, lisos e olhos verdes que me prenderam por alguns segundos.Voltei a olhar pela janela.Eu não tinha censurado mentalmente nesse mesmo ônibus um homem que tentara flertar comigo?!

Ele estava mesmo me olhando?Não resisti, tive que olhar de novo pra conferir...Droga!Nossos olhares se cruzaram de novo, ele devia ta se achando, pensando que eu era mais uma envolvida pelo seu charme natural..Tive que rir daquela minha mania de querer adivinhar o que os outros estavam pensando.Era estranho.Ai, hoje eu não queria assistir os dois primeiros horários, Dalila sempre enrolava a gente com suas façanhas no fim de semana.

A moça que estava sentada do meu lado levantou-se e eu olhei pra ele automaticamente, preferi não tentar imaginar o que ele pensou disso, mas também tinha me olhado afinal e veio vindo rapidamente. Mesmo com três pessoas bem mais perto pra sentar, ele conseguiu enquanto os outros ficaram se olhando pensando se deviam sentar-se ou dá a vez para o outro.

Geeeente, será que ele tinha ido sentar ali por minha causa!? Não te empolga, Daniela.O menino tava em pé, natural que ele sentasse.Não importava, minha cabeça já tinha processado tudo errado e eu tava desconfortável, ninguém podia negar que ele tinha uma presença..Melhor me concentrar na janela de novo.

Não adiantou de nada. Eu olhava a paisagem, mas me concentrei na minha visão periférica, pelo menos eu já disfarçava melhor dessa forma. De repente ele abriu a bolsa e tirou um caderno, as pessoas em pé facilmente perceberiam que eu não olhava através do vidro realmente, mas com uma criança chorando alto, eu não era o centro das atenções no ônibus.

Levei um susto quando ele colocou o caderno no meu colo, resolvi nem olhar pra cara dele, mas para o que estava escrito ali.As três pessoas que ainda estavam em pé olharam de mim pra ele e eu senti que ia ficando vermelha. Se eu disser que você é linda, vai parecer que eu to te paquerando? Eu abri um sorriso, porque achei aquilo lindo, e olhei pra ele, que deu um sorriso meio tímido.

Resolvi responder, tirei a caneta da minha bolsa sinceramente? parece sim, mas nem tudo que parece é..você ta me paquerando? E passei o caderno pra ele, tentando não olhar pra cara das pessoas que nos observavam.Ele sorriu enquanto escrevia e eu me senti em um filme.hahaha..Você é esperta e sim, eu quis te paquerar mas não sabia como você ia reagir, você é paquerável? Ele disse que eu era esperta, mas eu é que tava achando ele muito inteligente, será que eu devia dizer que sim, talvez ele me achasse fácil.

Acho que sou, mas nem sempre. Aquilo era muito divertido, o que mais eu deveria escrever? Ele escrevia rápido e eu não podia ficar muito tempo pensando. Então eu sou uma exceção...gostei disso. Depois que ele me passou o caderno, ficou olhando bem pro meu rosto enquanto eu escrevi Talvez e com ele me encarando, foi só o que consegui dizer.

- Eu desço na próxima. Prazer, Mateus – ele disse isso com um sorriso nos olhos e que olhos lindos! Sua voz grave combinava com todo o resto.
-Prazer, Daniela – eu me derreti em um sorriso, não consegui evitar.Ele beijou minha mão, o que não poderia ter me constrangido mais!
- Quero continuar a conversa, Daniela... – ele me passou o caderno de novo onde eu li me dá seu número e o dele estava anotado no canto da folha.Eu anotei meu número e entreguei o caderno, onde ele arrancou o número dele e me entregou.

Antes de levantar ele me deu um beijo no rosto e disse “gostei de você” bem perto do meu ouvido e sem que eu tivesse tempo de responder, o que eu não faria porque estava meio tonta com aquilo tudo, ele levantou e acenou quando desceu.

Eu mais uma vez tentei evitar advinhar o que ele estaria pensando agora, eu só consegui pensar em falar com ele de novo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Algo de novo

Fazer escolhas é complicado, exige uma responsabilidade que geralmente não gostamos.Claro que quando essas escolhas nos levam aonde queremos chegar, ficamos orgulhosos de nós mesmos, mas quando o contrário acontece sempre podemos aprender com o erro.
Era nisso que eu pensava quando andava distraída por entre aquelas pessoas ocupadas e ansiosas.Mesmo estando ali e conhecendo aquele caminho tão bem, sempre via algo interessante enquanto caminhava não tão rápido quanto os outros.
Aquela paisagem de letreiros publicitários e prédios era apenas um cenário para vidas que eu gostava de observar, me sentia apenas como uma espectadora daquilo tudo, mas não me importava.Sentia-me confortável exercendo aquele papel.
Agora mesmo eu via uma cena cotidiana ali da qual eu nunca me acostumava. O homem do bombom com a camisa de propaganda política que ele usava sempre e o garoto, que eu acreditava ser seu filho, brincando com um dos seus brinquedos prediletos, a caixa vazia de cigarro.Ele gostava de uma garrafa pet e um pedaço de papelão.Com todos ele brincava como se fossem aviões, cada dia escolhia um dos três.Teve um tempo que a tampa de um lixeiro também era brinquedo, mas depois ele não a trouxe mais. Passava por ali curiosa, sempre querendo saber qual seria o brinquedo do dia.
Não sei se pela fixação do garoto em fazer qualquer coisa voar ou pelo seu sorriso todo dia,não sei, mas o garoto me lembrava esperança.Já seu pai com o olhar sempre pra frente, muito sério e o rosto marcado pelo tempo me remete a desilusão.O contraste entre aqueles dois era fascinante pra mim.Será que só eu via aquilo?
Tinha também coisas únicas que eu presenciei ali, como o dia que dois homens brigaram por terem se esbarrado, esse dia muitos se amontoaram para ver o que acontecia. No fim, os homens saíram se xingando.Um casal sorrindo cúmplice, enquanto conversavam e pegavam na mão um do outro também não era uma cena comum ali, aqueles dois pararam um instante para olharem-se ali, onde ninguém se via.
Mas eu? Eu não era parte daquilo, eu analisava tudo que aquele mundo tinha para me mostrar e não pedia nada em troca.
Até o dia em que cruzei com um sorriso que atraiu meu sorriso e me fez parar de observar todo o resto. O homem do bombom e o seu filho agora observavam aquele encontro e eu entendi que algo mudara, percebi que não mais observava a vida naquela paisagem, agora eu era parte dela.
Era algo completamente diferente, eu e o dono daquele sorriso éramos algo interessante, meu papel mudara, talvez eu me acostumasse com aquilo, talvez não. Eu só tinha certeza que aquilo era novo e imprevisível.

Feliz Ano Novo

sábado, 12 de dezembro de 2009

Um parênteses


Post especial para meu amigo Kayo Medeiros que se dispôs a me ajudar com o visual do blog :D
Depois de ouvir umas orientações muito vagas sobre o que eu queria, ele conseguiu exatamente o que eu queria :D
Eu não esperava menos de uma pessoa tão criativa como ele. Valeu, Kayo ;)
No mais, opiniões e ideias são bemvindas [essa reforma ortográfica me mata..]
Boa semana pra todos

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O reflexo está aí



Há coisas que nos deixam indignados.Será que o motorista do ônibus não viu que você fez parada!? Havia necessidade de te perguntarem a mesma coisa duas vezes?! Estamos nervosos ou temos razão quando explodimos?
Não sei, sou paciente mas tudo tem um limite!
As pessoas tendem a achar que estão certas, mas quando percebem que estão erradas porquê a dificuldade em admitir? Acho que esse post cheio de questionamentos demonstra a confusão, não só minha, mas de quase todos que ouvem :" você está nervoso hoje" sem saber se realmente é você ou se são os outros o problema.
Gosto de manter minhas emoções sob controle, talvez as explosões sejam o reflexo da minha frustração quando não consigo.